Brilho no olhar.
Uma revisita à adolescência. Com a mesma intensidade. Com os mesmos dramas.
O coração pulsa ao pensar.
Ao me dar.
A permissão foi concedida.
E a aguarda uma vida,
Um despertar.
Quero olhar na face, e falar
Aquilo que em palavras não se dá para expressar...
Quero tocar na pele e sentir
O que os braços irão experimentar.
Cada segundo, cada toque, cada ar
O toque, da corda a ressoar...
E se assim o desejar
Irá escolher onde pisar.